Jornalismo sofre uma perda irreparável

Por Cléo Ramos

Na última quinta-feira (27/11), a imprensa regional recebeu a triste notícia do falecimento do Professor Mário Aparecido de Souza, o fundador do jornal “Folha do Pirajuçara”, Professor Mário, como era conhecido, deixou um legado no jornalismo não apenas por ser um dos pioneiros da imprensa local, mas também por seu trabalho impecável, facilmente encontrado em sua coluna chamada “O Pombo”.

Mário já havia perdido a visão a anos atrás devido a diabete, mas essa condição não aprisionou sua mente brilhante e nem o impediu de trazer aos leitores as incógnitas que só o Pombo trazia, ele sabia expor as mazelas sociais e políticas, sem expor nomes, mas quem era contemplado por essa coluna polêmica, entendia o recado e os de fora tentavam montar o quebra cabeças e desvendar o mistério que só um grande jornalista com perspicácia e inteligência única, conseguia criar.

Mas esse editorial, não é apenas para falar do jornalista Mário Aparecido, é também para lembrar aos familiares e amigos quão grande o homem, marido, pai, avô e amigo o nosso querido e amado Mário sempre foi e principalmente a saudade que ele deixa em nossos corações. Falo isso com prioridade, pois conheci esse grande ser humano e tive a honra de chamar de amigo.

Embora esteja triste por essa perda irreparável, sei que ele partiu fazendo o que amava, comemorando o aniversário de 26 anos do jornal Folha do Pirajuçara. Mário sofreu um infarto a caminho da distribuição de sua última obra prima.

Termino essa coluna, sabendo que O Pombo foi eternizado e que o nosso Jornalista Professor Mário estará sempre vivo em nossos corações e lembranças. Além dos meus mais sinceros sentimentos aos familiares, quero agradecer ao Mário por transbordar amor por onde passava.

Descanse em paz, Jornalista Professor Mário Aparecido de Souza, você nos ensinou a combater um bom combate, a nunca desistir e principalmente a importância da honra. Eu poderia passar horas escrevendo nossas histórias, risadas e até mesmo frustrações em determinados momentos, mas guardarei no coração cada lembrança com carinho e respeito.

Se a gente que é Pombo não fala…

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